Larva migrans cutânea
A larva migrans cutânea, popularmente conhecida como bicho geográfico,
é uma dermatozoonose causada por um nematódeo, que ataca cães e gatos
e, eventualmente, o homem. A espécie que ataca os gatos é o Ancylostoma braziliense, já a que ataca os cães é o Ancylostoma caninum.
Sendo assim, quando as larvas infectantes penetram ativamente na pele,
geram lesões caracterizadas por trajetos inflamatórios tortuoso,
semelhante a um mapa, vindo daí o nome popular de bicho geográfico. As
lesões são acompanhadas de coceira, sendo que os mais atingidos são pés e
nádegas. Devido ao ato de coçar, podem ocorrer infecções secundárias.
Nos animais que apresentam infecções agudas, as manifestações
clínicas apresentadas por eles são: anemia, fadiga e, às vezes,
dificuldade respiratória. Nos casos de infecções crônicas, normalmente o
animal apresenta-se abaixo do peso ideal, anorexia e pelagem escassa.
Podem haver sinais de dificuldade respiratória, lesões de pele e
claudicação.
Nos humanos, o diagnóstico é clínico, através da observação das
lesões características e também da coceira apresentada pelo paciente.
O tratamento é feito utilizando-se pomadas
locais nos casos mais brandos por 10 a 15 dias. No entanto, em lesões
mais extensas, é feito também a administração de medicamentos via oral.
Para aliviar a coceira, recomenda-se a realização de compressas de gelo no local. Não é recomendado furar as lesões.
A prevenção é feita evitando andar descalço em
locais de transição de cães e gatos, recolher as fezes do seu animal,
evitar levar seu animal à praia e também realizar a vermifugação dele
conforme a indicação do médico veterinário.
Fontes:
http://www.fasprotecaoanimal.org.br/bicho_geografico.asp
http://pt.wikipedia.org/wiki/Larva_migrans
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